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Conheça 4 naufrágios que aconteceram nas Praias Alagoanas Reviewed by Praias Alagoanas on . As águas quentes e claras são um dos maiores atrativos para quem escolhe mergulhar no mar alagoano. As cores que banham a costa vão do verde esmeralda, passando As águas quentes e claras são um dos maiores atrativos para quem escolhe mergulhar no mar alagoano. As cores que banham a costa vão do verde esmeralda, passando Rating: 0
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Conheça 4 naufrágios que aconteceram nas Praias Alagoanas

As águas quentes e claras são um dos maiores atrativos para quem escolhe mergulhar no mar alagoano. As cores que banham a costa vão do verde esmeralda, passando pelo turquesa até chegar ao azul profundo do oceano. Sem dúvida, a beleza das praias faz do Estado ponto de interesse entre os amantes da natureza e do radical. Além disso, a diversidade de naufrágios que se encontram ao longo da costa e a riqueza do ecossistema marinho faz com que esses pontos se tornem tão especiais e diferentes.

Ao todo existe em Alagoas, 50 naufrágios descobertos, podendo esse número ser muito maior. Mas, apenas quatro deles são utilizados para a prática do mergulho esportivo: Draguinha e Sequipe estão ‘sepultados’ próximos a capital Maceió; já o Dragão fica localizado na praia do Francês em Marechal Deodoro, e o mais famoso, o Itapagé, em Lagoa Azeda, município de Jequiá da Praia.

Naufrágio Itapagé

A história do Brasil poderia ser diferente se esse naufrágio não tivesse ocorrido. O Itapagé foi o motivo para que o país decidisse entrar na II guerra mundial. E é por essa razão, que ele é o naufrágio mais desejado em Alagoas. Além do valor histórico, é rico em vida marinha, que se espalha por todos os escombros submersos.

O navio Itapagé era um modelo paquete, que foi torpedeado por um submarino alemão U-161, em 1943. Ele seguia viagem com 70 passageiros do Rio de Janeiro para Recife. A carga era de pneus, carvão, garrafas de cerveja e panelinhas que seriam utilizadas na extração da borracha que até hoje se encontram nas águas alagoanas.

O naufrágio está há 27 metros de profundidade. Por todo o trecho do oceano, podem ser encontrados pedaços do navio, que está bem desmantelado, principalmente pela ação de caçadores de tesouros, que muitas vezes se aproximam desses locais para remover as peças históricas.

A riqueza do Itapagé não está apenas dos escombros, mas sim na vida que ressurgiu nesse ponto. Devido a grande diversidade de cardumes, em 2011 ele foi considerado um dos três melhores naufrágios para mergulho do país. Peixes como barracudas e até tubarões lixa são frequentadores assíduos desse oásis no meio do mar alagoano.

Esta localizado a 8 milhas da costa de Lagoa Azeda.

Naufrágio Itapagé. Foto Ecoscuba Maceió

Foto: Ecoscuba Maceió

Naufrágio Dragão

As grandes ferragens submersas mostram a origem do navio que se encontra escondido nas águas da praia do Francês, em Marechal Deodoro. O Dragão é entre os pontos de mergulho mais utilizados em Alagoas, o mais antigo, naufragou em 1927, por causa do mau tempo no oceano. Recentemente identificada como sendo a draga André Rebouças pelo pesquisador de naufrágios Maurício de Carvalho, é uma embarcação pequena, de aproximadamente 50 metros de cumprimento.

O Dragão que apesar de estar de cabeça para baixo é bem interessante e rico em variedade marinha. Localizado a cerca de 35 metros de profundidade, tem ótima visibilidade da água que ajuda a deixar o mergulho mais fácil de acontecer.

O tempo, fez com que o casco da embarcação se rompesse, deixando à mostra toda a estrutura interna. A caixa de máquina e uma caldeira são bens visíveis. Nelas nascem corais de várias especiais, que se multiplicam ao longo dos anos. Para os amantes do mergulho, suas grandes engrenagens são os principais destaques do naufrágio, além da intensa vida marinha que o cerca.

Esta localizado a 6 milhas da costa de Marechal Deodoro.

Naufrágio Dragão. Foto Ecoscuba Maceió

Foto: Ecoscuba Maceió

Naufrágio Draguinha ou Draga nº 09

A Draga 09 naufragou próxima à capital Maceió em 1961. Estava sendo levada por rebocadores ao Recife (PE), mas o mau tempo não deixou que a viagem se completasse. Por ser muito parecida com o Dragão em tamanho menor, logo foi batizada por Draguinha e se tornou o xodó entre os mergulhadores.

Rica em vida, ela também se encontra aos 35 metros de profundidade.

O Draguinha tem uma fauna muito parecida com o seu xará Dragão. É rico e lindo. É possível penetrar no casco para observar ainda mais de perto a vida marinha que surge por todo o local.

Esta localizado a 7 milhas da praia de Pajuçara.

Naufrágio Draguinha ou Draga nº 09. Foto Ecoscuba Maceió

Foto: Ecoscuba Maceió

Naufrágio Sequipe

O casco coberto por uma grossa camada de verde. São algas e corais que sobrevivem presas por toda a estrutura do Sequipe, que repousa nas profundezas da praia de Ponta Verde. A embarcação tipo balsa mede cerca de 20 metros e ainda está inteira. Em termos de naufrágio, ele é mais simples, mas em compensação é rico em vida marinha, com direito a show dos cardumes coloridos e a presença de moreias, tartarugas e até lagartas do mar.

O Sequipe naufragou em 1935, após entrar água no casco. Quando afundou, ele caiu na mesma posição que planava. Atualmente se encontra no fundo, presa na areia trazida pelas correntes. Encontra-se aos 34 metros de profundidade.

Esta localizado a 8 milhas da praia de Ponta Verde.

Naufrágio Sequipe. Foto Ecoscuba Maceió

Foto: Ecoscuba Maceió

CURIOSIDADE: Você sabia que existe um naufrágio bem perto da Praia de Pajuçara? Pois é, o Bartelão era um rebocador, que transportava materiais para o Porto de Maceió. Ele afundou num dia de tempestade, em meados da década de 40, quase em frente ao Beer CRB, na faixa entre as piscinas naturais e a praia. Hoje, ele está totalmente Coberto pela areia e sua sombra pode ser vista como um banco de areia, por imagens de satélites.

Fonte: Correio de Alagoas ; Fotos: Ecoscuba Maceió

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